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Livro da Oprah – “O que eu sei de verdade”

Livro Oprah

Tenho recebido alguns pedidos nas minhas redes sociais para voltar a compartilhar minhas leituras aqui no blog. Então, aqui estou para mostrar minha mais recente leitura, o livro “O que eu sei de verdade” da Oprah Winfrey.

Vez ou outra eu sempre acabava assistindo no Youtube entrevistas que ela fazia com outras pessoas, sempre admirei sua personalidade. Quando fui à livraria comprar novos livros e vi esse livro, senti que precisava levar para casa.

Livro Oprah

Esse livro é uma caixinhas de surpresas, pois ao mesmo tempo que não tem a intenção de te ensinar nenhum “passo a passo” ou “guia para a felicidade”, ele acaba cumprindo essa missão.

Em “O que eu sei de verdade”, a Oprah conta várias histórias de sua vida e em cada uma delas ela ressalta um ponto sobre o que ela aprendeu com aquele momento.

Esse é um livro leve, para você ler no fim do dia aconchegada no sofá com a sua xícara de chá favorita.

Aprendi várias coisas com esse livro e selecionei três das minhas favoritas para compartilhar com vocês.

 

1 | Viver no presente


Você já reparou como nós temos a tendência de sofrer por coisas que ainda nem aconteceram? Sofremos pensando no futuro, sofremos pensando no passado, enquanto esquecemos de viver o presente.

“Meu principal objetivo na vida, o mais importante de todos, é permanecer conectada ao mundo espiritual. O que eu sei de verdade é que todo o resto se resolverá sozinho. E minha prática espiritual número um é tentar viver no presente… resistir à tentação de planejar o futuro, ou lamentar erros do passado… sentir o verdadeiro poder do agora. Este, meus amigos, é o segredo para ser feliz.

Meu versículo preferido da Bíblia, que eu adoro desde os 8 anos, está em Salmos 37:4 “Deleite-se no Senhor, e Ele atenderá os desejos do seu coração.” Este tem sido meu mantra durante toda a vida. Deleite-se no Senhor – na bondade, na gentileza, na compaixão e no amor – e veja o que acontece.

Este é o meu desafio para você.” – página 25

 

Livro Oprah

 

2 | A aprovação


Quantas vezes você deixou de fazer algo com medo da reprovação de alguém? Muitas vezes deixamos de fazer o que queremos, pois temos medo do julgamento das pessoas. Quando você faz isso, você deixa de viver a sua vida plenamente.

“O que eu sei de verdade é que aquilo que você mais teme não possui poder algum – é o seu temor que detém o poder. O que quer que você tema não pode lhe fazer mal. No entanto, o medo pode impedi-lo de viver a vida.” – página 72

“(…) enquanto estiver preocupado com que os outros pensam a seu respeito, você pertence a eles. Só quando deixa de buscar a aprovação externa você se torna dono de si mesmo.” – página 72

 

3 | Medo de errar


De todas as lições, essa foi a que mais me identifiquei. Durante algum tempo, sempre pensei que toda vez que as coisas davam errado ou não saiam como eu planejei, a culpa era minha, eu era a responsável por fracassar. Quando na verdade, depois de um tempo passei a perceber que sempre depois de passar por um momento difícil, eu me sentia mais forte. Foi quando entendi que esses momentos eram os mais importantes da minha vida. Depois disso, passei a prestar mais atenção no que esses momentos estavam querendo me ensinar e o que eu poderia aprender com isso. É libertador, me mudou para sempre.

“Quando você escolhe ver o mundo como uma sala de aula, você compreende que todas as experiências acontecem para lhe ensinar algo sobre si mesmo.” – página 94


Aqui estão os links das livrarias onde você pode comprar o livro da Oprah online: Livraria Cultura (livro físico e livro digital) | Saraiva (livro físico e livro digital)

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5 Comentários

  • Resposta
    Stela
    09/05/2017 em 16:42

    Acho que vou ser linchada mas creio que é bom compartilhar informações. Gosto muito da Oprah como profissional, tudo que fez e lutou para chegar onde chegou, dos seus inúmeros projetos sociais na África e em outros lugares, mas confesso que acompanho o trabalho dela já faz um tempo e muitas vezes vi ela fazer justamente ao contrário que diz o item 2, se colocando como juíza de conduta de um ou de outro: a vi JULGAR as pessoas. Julgar o que aquela ou outra celebridade fez ou não fez na sua vida. Um exemplo, foi em 1992, onde ela entrevistou Michael Jackson (e esta entrevista fez com que ela ficasse conhecida no mundo inteiro, uma entrevista de 90 minutos transmitida em mais de 127 países). Depois de 14 anos recluso, ele abriu as portas da casa dele (este detalhe é importante porque sabemos que abrimos a porta de nossa casa a quem confiamos) com o intuito claro de divulgar ações sociais em prol das crianças e o seu trabalho. Não entro no mérito se ele era culpado ou inocente, porque coube a justiça julgar mas depois vieram as acusações, as perseguições, as investigações e em todo este tempo eu vi ela julgá-o, apedrejá-lo, trolá-lo, levar pessoas para falar dele inclusive Lisa que foi casada com ele, e nunca deu sequer uma abertura para que ele pudesse se defender. Estou dando o exemplo dele mas vi acontecer com outros personagens também. Até que ele veio a falecer em 2009 e muito me surpreendeu ela entrevistando filhos, mãe, amigos com o intuito de entender o que havia ocorrido com ele, talvez com um claro arrependimento. Lembro que nesta entrevista, ela pergunta vários questões pessoais da vida dele – quase não deixando ele explicar pq claro a empolgação dela era muita já que ela também dizia que era fã – e quando ela pergunta sobre a sua fixação por plástica, ele corta o assunto e diz algo que eu acho que é muito importante, ele se diz muito fã de arte, fã de Michelangelo (Michael Jackson também desenhava), e ele diz que se tivesse a oportunidade de entrevistá-lo, perguntaria o que lhe inspira, como faz para criar os traços, o que lhe motiva a fazer a sua arte, e não sei com quem ele saiu ontem a noite, quantas plásticas ele deixou de fazer. Eu sei que isto pode ser um gota em um verdadeiro mar de realizações e concordo com isto, mas acho importante apontar isto porque não adianta apenas escrever, é necessário viver aquilo que se defende. “Não julgue ninguém antes de falar com a pessoa face a face” – esta é outra frase que ele falou na entrevista dele com ela, e na época pouco surtiu efeito.

  • Resposta
    Sylvia
    05/05/2017 em 00:04

    A Oprah é uma mulher bem sucedida, forte, inteligente e uma grande comunicadora. Admiro muito essa inclinação dela para ir além de superficialidades (muitas vezes tão comum às figuras da mídia) – e realmente esse não faz o estilo dela. Gosto de biografias, mas gosto mais ainda das que revelam mais do que apenas histórias. Vou ler. Curti o post com a indicação do livro e essas mensagens inspiradoras que ele traz. Me identifiquei com a sua interpretação sobre os trechos destacados (o que me fez lembrar de alguns posts mais antigos daqui do blog, com teor de inspiração/ sobre a vida, que eu gostava de ler e tanto me identificava também, saudades <3) bj

  • Resposta
    Dayane
    04/05/2017 em 12:57

    Amei!!! Quero esse livro!!! Sempre que der traga mais dicas de leitura!

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